Histórias para Dormir: As 10 Melhores (Completas)

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Ao selecionar a melhor história para dormir, deve-se considerar fatores que contribuam para uma experiência agradável e relaxante.

As histórias ideais são aquelas que estimulam a imaginação e tranquilizam o ouvinte, preparando-o para uma boa noite de sono.

Critérios de Seleção

  • Idade do Ouvinte: Histórias com vocabulário e temas apropriados para a faixa etária garantem que o ouvinte entenda e se envolva com o conto.
  • Duração: Histórias mais curtas são preferíveis, pois mantêm a atenção sem cansar o ouvinte.
  • Temática: Prefira narrativas positivas e calmantes. Evite histórias com elementos assustadores ou agitados que possam perturbar o sono.
  • Complexidade da Narrativa: Opte por histórias de estrutura simples para facilitar o entendimento e o relaxamento.

Benefícios de Histórias para Dormir

Histórias para dormir não são apenas um ritual aconchegante, mas também têm benefícios significativos. Elas:

  • Fomentam a Imaginação: Ao ouvir histórias, especialmente as que envolvem fantasia ou moral, a mente entra em um universo criativo e imaginativo.
  • Induzem a Relaxamento: A cadência suave da leitura e o enredo tranquilizante ajudam a acalmar a mente, conduzindo a uma transição suave para o sono.

Histórias para Crianças

Histórias noturnas são uma ferramenta valiosa para ajudar as crianças a adormecer.

Histórias para crianças dormirem não apenas facilitam o sono, mas também nutrem a imaginação e fortalecem os laços entre pais e filhos.

O Sonho Mágico de Luísa

Naquela noite, como em muitas outras, Luísa estava deitada em sua cama, coberta até o queixo com seu edredom macio e quente. O silêncio do seu quarto era interrompido apenas pelo tique-taque suave do relógio e pelo ocasional sussurro do vento lá fora. Seus olhos, pesados de sono, lutavam contra o fechar, enquanto ela iniciava um ritual noturno bem conhecido: contar ovelhinhas.

Uma, duas, três… Com cada número, ela imaginava uma ovelhinha saltando alegremente sobre uma cerca imaginária. Mas, naquela noite, algo extraordinário aconteceu. Ao chegar à décima ovelha, Luísa de repente se viu em um mundo onírico, um lugar onde o céu era pintado com os tons mais suaves do pôr do sol e as nuvens eram feitas de algodão doce.

Neste mundo mágico, as ovelhinhas não apenas pulavam cercas, mas saltitavam entre nuvens de algodão doce. Luísa ria, maravilhada com a doçura que se desfazia em sua boca a cada respiração. As ovelhas, com seus pelos macios e brilhantes, pareciam tão reais e vivas, convidando-a para uma aventura inesquecível.

Então, num momento de puro contentamento, enquanto Luísa se deliciava com a magia ao seu redor, um tapete mágico apareceu a seus pés. Era um lindo tecido, repleto de cores vibrantes e padrões que pareciam contar histórias antigas de tempos esquecidos. Sem hesitar, Luísa deu um passo para cima dele e, como se atendesse a um comando silencioso, o tapete levantou voo.

Voando pelo céu estrelado, ela se maravilhava com a vista abaixo dela – montanhas cobertas de neve, florestas escuras e misteriosas, e rios que brilhavam ao luar como fitas de prata. As estrelas acima brilhavam com uma intensidade que Luísa nunca tinha visto antes, cada uma prometendo seus próprios segredos e aventuras. Ela estendeu a mão, quase acreditando que poderia tocar as estrelas cintilantes.

Foi num desses momentos, cheia de alegria e maravilha, que Luísa sentiu seus olhos pesarem novamente. O mundo onírico ao seu redor começou a desvanecer lentamente, como se estivesse sendo pintado de volta na tela da noite. O tapete mágico, sua fiel montaria nas alturas, a levou de volta para o seu quarto, depositando-a gentilmente em sua cama.

Luísa adormeceu sorrindo, suas últimas lembranças flutuando entre o sonho e a realidade, sonhando com as aventuras celestiais que havia vivido. Ela sabia, em algum lugar no fundo de seu coração, que aquelas aventuras a esperariam novamente, nas noites vindouras, sempre que ela fechasse os olhos e começasse a contar ovelhinhas. E assim, no silêncio e na segurança de seu quarto, Luísa passou a noite viajando por mundos maravilhosos, tudo enquanto dormia um sono tranquilo e reparador.

O Lobo Luno

Era uma vez, em uma pequena vila cercada por uma floresta densa e misteriosa, um jovem lobo chamado Luno. Diferente dos outros lobos da matilha, Luno tinha uma pelagem prateada que brilhava sob a luz do luar, o que o tornava único e especial.

Luno era muito curioso e adorava aventurar-se pela floresta durante a noite, sob o manto estrelado, para descobrir novos lugares e fazer amigos. Uma noite, enquanto explorava um trecho desconhecido da floresta, Luno encontrou uma clareira iluminada pela luz da lua cheia. No centro da clareira, havia uma pedra enorme que emitia um brilho suave e místico.

Aproximando-se da pedra, Luno percebeu que ela estava coberta por inscrições antigas que contavam a história de um grande lobo guardião, protetor da floresta e de todos os seus habitantes. Luno sentiu uma conexão especial com essa história, como se, de alguma forma, ela fizesse parte do seu destino.

Motivado pela história do lobo guardião, Luno decidiu que também queria proteger a floresta e seus habitantes. Ele começou a patrulhar a floresta todas as noites, ajudando os animais em perigo e mantendo a paz entre as diversas criaturas que ali viviam.

Com o passar do tempo, Luno tornou-se conhecido como o Guardião Prateado, um herói admirado por todos. Ele provou que, mesmo sendo diferente, sua coragem e bondade poderiam trazer harmonia e proteção ao seu lar.

Certo dia, uma grande tempestade atingiu a floresta, ameaçando destruir tudo em seu caminho. Luno, sem hesitar, enfrentou a tempestade, guiando os animais para lugares seguros e salvando muitas vidas. Ao amanhecer, quando a tempestade finalmente acalmou, a floresta estava salva, graças à bravura e ao coração valente do jovem lobo.

Luno aprendeu que a verdadeira força não vem do que somos por fora, mas do amor e da coragem que carregamos em nosso coração. E assim, sob a luz das estrelas e o brilho da lua, ele continuou sua jornada, sempre vigilante, sempre bondoso, o eterno Guardião Prateado da floresta.

A Baleia Cantora

Longe no vasto e misterioso oceano azul, onde as águas escondem maravilhas inimagináveis e criaturas de beleza indescritível, existia uma baleia cantora cuja voz tinha o dom de embalar o sono dos habitantes do mar. Sua canção era tão doce e envolvente que as ondas pareciam dançar suavemente, acompanhando o ritmo das melodias. Peixes, tartarugas, e até os corais, sob o seu encanto, se aquietavam, envoltos em uma atmosfera de paz e serenidade.

Certo dia, enquanto a baleia cantora entoava suas harmonias para acalmar as águas turbulentas de uma tempestade que se aproximava, um pequeno peixinho, de escamas azul-celeste e olhos curiosos, aproximou-se dela com um pedido especial. “Querida baleia, sua canção traz paz aos meus dias e serenidade às minhas noites. Poderia me ensinar a melodia do sono, para que eu possa levar consigo um pedacinho desse conforto para onde quer que eu vá?”

A baleia, tocada pelo pedido sincero do pequeno peixe, concordou com um sorriso gentil que se formou em suas feições sábias. Ela começou a cantar, sua voz poderosa e suave reverberando pelas águas, enquanto notas musicais flutuavam ao redor deles, brilhando como bolhas sob a luz da lua que penetrava o manto do oceano. As notas pareciam tocar a alma, viajando pelas correntes marítimas, alcançando o coração de cada criatura que as ouvia.

O peixinho, embriagado pela beleza da música, sentiu uma tranquilidade profunda invadir seu ser. Ele fechou os olhos, deixando-se levar pela corrente, cada nota musical guiando-o por um caminho de paz e sonhos. Eventualmente, ele encontrou um recife colorido, um oásis de vida e cor no vasto azul, onde decidiu descansar. O recife estava cheio de vida, mas naquele momento, sob o efeito da canção, tudo parecia estar em um estado sublime de calma.

Deitando-se sobre uma cama de areia fina, ao lado de anêmonas que dançavam lentamente e corais que brilhavam com cores suaves, o peixinho deixou-se adormecer. A canção da baleia, embora já distante, ainda ecoava pelo mar, um sussurro suave que prometia noites tranquilas e sonhos serenos.

E assim, a baleia cantora continuou sua missão, espalhando harmonia e paz pelas profundezas do oceano, lembrada e amada por todos os que tinham a sorte de ouvir sua voz. E o pequeno peixinho, agora guardião de uma melodia preciosa, aprendeu que, mesmo nas vastidões infinitas do oceano, um simples ato de bondade e beleza pode trazer luz e conforto para o coração dos outros.

Histórias Tradicionais: As Melhores Fábulas

Histórias tradicionais como fábulas e contos de fadas possuem uma qualidade atemporal, capazes de transmitir valores e estimular a fantasia. Elas continuam a encantar e ensinar gerações após gerações.

A Cigarra e a Formiga

A Cigarra e a Formiga retrata a importância do trabalho e do planejamento a longo prazo. Na história, a formiga trabalha arduamente no verão para guardar alimento para o inverno, enquanto a cigarra prefere cantar ao invés de trabalhar.

Quando o inverno chega, a cigarra, despreparada, pede ajuda à formiga, que a repreende por sua falta de providência.

A História da Cigarra e da Formiga

Em um belo campo repleto de flores e grãos dourados, viviam muitos animais, entre eles, uma Cigarra e uma Formiga. Eram tempos de abundância, e enquanto a Formiga trabalhava arduamente todos os dias para coletar comida e preparar sua casa para o inverno, a Cigarra cantava e dançava sob o sol quente do verão, aproveitando cada momento sem preocupações.

A Formiga, sempre previdente, alertava a Cigarra: “Você deveria começar a guardar comida para o inverno. Ele chegará antes que percebamos, e os tempos podem se tornar difíceis”. Mas a Cigarra apenas ria, respondendo: “Por que se preocupar com o inverno em um dia tão lindo? Temos comida em abundância. Venha dançar e cantar comigo!”

Os dias passaram, e o verão deu lugar ao outono. As folhas das árvores mudaram de cor, e a brisa se tornou mais fria. A Formiga continuou seu trabalho, agora ainda mais urgente, enquanto a Cigarra seguia cantando, embora notas de preocupação começassem a se misturar em sua melodia.

Finalmente, o inverno chegou, cobrindo o campo com um manto de neve. A comida tornou-se escassa, e a Cigarra, tremendo de frio e fome, lembrou-se das palavras da Formiga. Com grande esforço, ela se arrastou até a casa da Formiga, batendo em sua porta com a última esperança.

A Formiga, ao ver a situação da Cigarra, sentiu compaixão. Ela abriu a porta e convidou a Cigarra para entrar, oferecendo-lhe abrigo e compartilhando a comida que havia juntado com tanto esforço.

“Você estava certa, amiga Formiga”, disse a Cigarra, agradecida. “Eu deveria ter ouvido seu conselho e preparado melhor para os tempos difíceis. Sua generosidade e trabalho árduo salvaram minha vida”.

A Formiga sorriu, respondendo: “Todos nós cometemos erros, mas o importante é aprender com eles. Agora você sabe a importância de se preparar para o futuro, mas também que a amizade e a compaixão aquecem até os dias mais frios do inverno”.

Desde aquele inverno, a Cigarra aprendeu a equilibrar o tempo entre o trabalho e a diversão, ajudando a Formiga a coletar comida durante os meses quentes. E, em troca, a Formiga aprendeu a apreciar a música e a alegria que a Cigarra trazia, fazendo seus dias de trabalho mais leves.

Juntas, a Cigarra e a Formiga mostraram que, com trabalho duro, preparação e a alegria compartilhada da amizade, é possível enfrentar até mesmo os tempos mais difíceis. E assim, ano após ano, elas viveram em harmonia, lembrando sempre as lições que aprenderam naquele inverno rigoroso.

A Lebre e a Tartaruga

Em A Lebre e a Tartaruga, o tema central é a perseverança e como a arrogância pode levar à derrota.

A lebre, confiante de sua rápida velocidade, desafia a lenta tartaruga para uma corrida. Ela inicia a prova com vantagem, mas, por subestimar a tartaruga e dormir durante o percurso, acaba perdendo a corrida para a determinada e constante tartaruga.

A História da Lebre e a Tartaruga:

Em uma vasta e verdejante floresta, onde os rios cantavam e as árvores sussurravam histórias antigas, viviam muitos animais, cada um com sua própria história. Entre eles, havia uma Lebre muito confiante e uma Tartaruga serena. A Lebre, conhecida por sua velocidade, zombava frequentemente dos outros animais por sua lentidão, especialmente da Tartaruga, que caminhava com passos cuidadosos e medidos.

Um dia, cansada das zombarias da Lebre, a Tartaruga a desafiou para uma corrida. A proposta pareceu absurda para a Lebre, que aceitou imediatamente, certa de sua vitória. “Como você pode esperar me vencer?” riu a Lebre, “Eu cruzo florestas e campos em um piscar de olhos, enquanto você… Bem, você mal se move!” Mas a Tartaruga apenas sorriu e respondeu: “Pode ser, mas eu acredito na persistência e na determinação. Vamos ver quem chegará primeiro.”

Os outros animais da floresta se reuniram para assistir à corrida, curiosos e um tanto incrédulos. O ponto de partida foi marcado, e o objetivo era alcançar a grande árvore do outro lado da floresta. Com um aceno do Juiz Coruja, a corrida começou.

A Lebre disparou à frente com velocidade impressionante, deixando a Tartaruga bem atrás. Confiantes na vitória, a Lebre decidiu, após um tempo, tirar uma soneca. “Por que se apressar?” pensou. “Tenho tempo de sobra para vencer esta corrida.” E assim, encontrando uma sombra agradável sob uma árvore frondosa, a Lebre adormeceu.

Enquanto isso, a Tartaruga continuava sua jornada, passo após passo, sem jamais parar. Ela passou pela Lebre adormecida, mantendo-se firme em seu propósito, movida pela determinação de completar a corrida, não importando quanto tempo levasse.

Quando a Lebre finalmente acordou, esfregou os olhos e olhou ao redor, percebeu que havia dormido por mais tempo do que pretendia. Ela saltou e correu o mais rápido que pôde em direção à linha de chegada, mas para sua surpresa e humilhação, encontrou a Tartaruga já lá, cercada por outros animais que celebravam sua vitória.

A Tartaruga, com um sorriso tranquilo, disse à Lebre: “Você pode ser mais rápida, mas a subestimação e a complacência são adversárias que até a velocidade não pode superar. A vitória não pertence ao mais rápido, mas ao que não desiste.”

A história da Lebre e da Tartaruga espalhou-se por toda a floresta, um lembrete constante de que a perseverança e a determinação muitas vezes triunfam sobre a arrogância e a pressa. E assim, em cada passo lento mas firme, a Tartaruga ensinou a todos na floresta uma lição valiosa sobre a força da paciência e do esforço contínuo.

Contos de Fadas e Elementos Fantásticos

Contos de fadas são repletos de elementos mágicos e lições de vida.

Personagens como princesas, príncipes e fadas simbolizam o bem, a beleza e a magia, enquanto bruxas e monstros geralmente representam o mal e são usados para ilustrar as consequências das más escolhas.

Histórias como “Cinderela” e “Branca de Neve” mostram que, independentemente dos obstáculos, a bondade e a coragem podem triunfar sobre a adversidade.

Ciderela

Era uma vez, em um reino distante, uma jovem chamada Cinderela, que vivia com sua madrasta e suas duas meias-irmãs. Após a morte de seu pai, Cinderela encontrou-se à mercê de sua nova família, que a tratava mais como uma criada do que como parte da família. Seus dias eram longos e cansativos, cheios de tarefas intermináveis, mas ela nunca deixou que a tristeza tomasse conta de seu coração. Em vez disso, encontrava consolo em seus amigos animais, que a ajudavam sempre que podiam.

Num belo dia, o reino foi agitado com a notícia de que o Príncipe estava organizando um grande baile. Todos estavam convidados, e Cinderela sonhava em ir. Porém, sua madrasta a proibiu, deixando-a em lágrimas enquanto suas meias-irmãs partiam para o baile.

Foi então que algo mágico aconteceu. Uma fada madrinha apareceu, movida pela bondade e pelo espírito indomável de Cinderela. Com um toque de sua varinha mágica, transformou trapos em um lindo vestido e abóboras e ratinhos em uma carruagem e cavalos. “Lembre-se”, disse a fada madrinha, “a magia terminará à meia-noite!”

No baile, Cinderela encantou a todos com sua beleza e graça, especialmente o Príncipe, que se viu cativado por ela desde o momento em que seus olhares se cruzaram. Eles dançaram juntos, esquecendo-se do mundo ao redor, até que os sinos anunciaram a chegada da meia-noite. Cinderela fugiu, deixando para trás apenas um de seus sapatinhos de cristal.

O Príncipe, determinado a encontrar a dona do sapatinho, procurou por todo o reino. Quando finalmente chegou à casa de Cinderela, a madrasta tentou impedir que ela experimentasse o sapato, mas nada poderia deter o destino. O sapato serviu perfeitamente, e Cinderela foi reconhecida pelo Príncipe como a mulher com quem ele havia dançado.

Cinderela e o Príncipe casaram-se em uma linda cerimônia, celebrada por todo o reino. A bondade e a coragem de Cinderela haviam vencido todas as adversidades, provando que a verdadeira beleza vem de dentro e que a bondade sempre prevalece.

E assim, Cinderela e seu Príncipe viveram felizes para sempre, cercados de amor, alegria e a companhia de seus amigos animais. E enquanto o reino dormia sob o manto da noite, estrelas brilhavam no céu, sussurrando para quem quisesse ouvir que os sonhos, por mais impossíveis que pareçam, podem se tornar realidade.

Boa noite, e que os sonhos te levem para um mundo onde a bondade sempre triunfa, assim como na história de Cinderela.

Branca de Neve

Em um reino distante, cercado por vastas florestas e montanhas majestosas, vivia uma princesa de beleza sem igual, chamada Branca de Neve. Seus cabelos eram tão escuros quanto a noite sem lua, seus lábios tão vermelhos quanto uma rosa recém-desabrochada, e sua pele tão branca quanto a neve que cobria o reino no inverno.

Após a morte de seu pai, o rei, Branca de Neve viu-se sob os cuidados de sua madrasta, a Rainha. Consumida pela inveja da beleza da jovem princesa, a Rainha ordenou a um caçador que levasse Branca de Neve para a floresta e a matasse. No entanto, comovido pela bondade e pela beleza inocente da princesa, o caçador permitiu que ela fugisse, entregando à Rainha o coração de um cervo como prova de sua falsa morte.

Perdida na floresta, Branca de Neve encontrou refúgio numa pequena casa, habitada por sete anões amáveis que trabalhavam em uma mina próxima. Eles a acolheram com alegria, encantados por sua gentileza e sua alegria contagiante. Branca de Neve cuidava da casa enquanto os anões saíam para trabalhar, criando uma harmonia perfeita em seu novo lar.

Enquanto isso, a Rainha descobriu, através de seu espelho mágico, que Branca de Neve ainda estava viva. Furiosa, ela tramou eliminar a princesa de uma vez por todas. Disfarçada de velha, a Rainha foi à casa dos anões e enganou Branca de Neve, oferecendo-lhe uma maçã envenenada. Ao morder a fruta, Branca de Neve caiu em um sono profundo, semelhante à morte.

Os anões, ao encontrarem Branca de Neve, ficaram desolados. Eles a colocaram em um caixão de cristal, mantendo-a em uma clareira da floresta, onde podiam vigiá-la e chorar por ela.

Um dia, um príncipe, que ouvira falar da beleza e da bondade de Branca de Neve, chegou à clareira. Encantado por ela, mesmo em seu sono eterno, o Príncipe beijou-lhe os lábios com amor. Esse beijo de amor verdadeiro quebrou o feitiço, e Branca de Neve despertou.

Com alegria, Branca de Neve e o Príncipe retornaram ao reino, onde se casaram em uma cerimônia esplêndida, celebrada por todos, incluindo os anões, que dançaram e festejaram com grande felicidade.

A maldade da Rainha foi descoberta, e ela nunca mais pôde fazer mal a ninguém. Branca de Neve e o Príncipe governaram o reino com justiça e bondade, sempre lembrando as lições de amor e compaixão que aprenderam em sua jornada.

E assim, enquanto a lua iluminava o reino adormecido e as estrelas cintilavam no céu, Branca de Neve e o Príncipe viveram felizes para sempre, cercados pelo amor de seus amigos e pelo povo que os adorava.

Boa noite, e que os sonhos te levem a um lugar onde a bondade reina suprema, assim como na história de Branca de Neve.

Melhores livros com Histórias para Dormir

Livros Infantis Populares

Os livros infantis populares de hoje refletem uma diversidade maior de personagens e lições de vida.

04/10/2024 06:26 pm GMT

Técnicas Narrativas

Ao narrar histórias para dormir, as técnicas empregadas pelo contador exercem grande influência sobre a experiência do ouvinte.

Este segmento se concentra em duas estratégias específicas: o uso da voz e pausas, e a criação de suspense e interesse.

Uso de Voz e Pausas

A voz do narrador é uma ferramenta expressiva poderosa.

O uso de tonalidades suaves e ritmo lento na voz podem ser muito eficazes.

É essencial variar o volume e a cadência para adequar ao conteúdo da história, garantindo assim que o ouvinte se mantenha engajado.

Pausas estratégicas são igualmente importantes, pois permitem à criança processar a informação e aumentam a antecipação pelo que está por vir.

Criação de Suspense e Interesse

Uma história cativante muitas vezes contém um elemento de suspense.

Ao construir a narrativa gradativamente e revelar detalhes pouco a pouco, a curiosidade é aguçada.

O interesse pode ser mantido através da inclusão de personagens envolventes e desafios que eles precisam superar, o que mantém as crianças ansiosas para saber o desfecho.

Efeitos Sonoros Suaves

Efeitos sonoros suaves complementam as histórias narradas, criando uma ambientação imersiva que pode ajudar na transição para o estado de sonolência.

Sons da natureza ou ruído branco, por exemplo, estão entre os mais utilizados.

  • Benefícios:
    • Redução do estresse: Sons como o de chuva ou ondas do mar podem diminuir a tensão.
    • Facilitação do sono: Ruído branco ou suaves acordes instrumentais mascaram outros ruídos, ajudando na concentração e no relaxamento.

A Hora de Dormir como um Ritual

A consistência e o conforto são cruciais para que as crianças associem a hora de dormir a um momento tranquilo e seguro.

A criação de um ritual pré-sono ajuda no estabelecimento dessa rotina calmante.

Rotina Pré-Sono

A Rotina Pré-Sono é uma sequência de atividades que conduzem a criança à hora de dormir.

Ela pode incluir tomar um banho morno, vestir pijamas confortáveis e ler um livro.

Segundo o BabyCenter, contar uma história antes de dormir traz benefícios como acalmar a criança e estreitar os laços entre ela e o cuidador.

Associação Positiva com Dormir

É essencial que a criança crie uma Associação Positiva com Dormir.

Uma voz suave e a escolha de histórias que transmitem tranquilidade podem tornar o momento de ir para a cama algo desejável.

Segundo especialistas mencionados pela Companhia das Letras, o ambiente deve ser acolhedor, com uma iluminação suave e uma seleção cuidadosa dos livros, contribuindo para um sono de melhor qualidade.

Dispositivos e Aplicativos de História para Dormir

No universo dos contos na hora de dormir, dispositivos e aplicativos específicos são projetados para proporcionar uma experiência de audição rica e facilitar o sono.

São soluções modernas que combinam tecnologia e tradição para criar ambientes sonoros relaxantes através de histórias.

Audiolivros e Podcasts

Os audiolivros têm se tornado uma escolha popular para muitos que procuram histórias para dormir.

Eles permitem que o ouvinte se entregue a narrativas envolventes com facilidade, sem a necessidade de luz ou de manusear fisicamente um livro.

Alguns sites, como o Uma história para dormir, oferecem uma variedade de contos e fábulas em formato de áudio.

Já os podcasts surgem como opções dinâmicas, onde episódios temáticos são lançados regularmente e podem ser acessados através de plataformas de streaming.

Eles são ideais para quem deseja uma seleção diversificada e contínua de histórias.

Apps de Histórias Interativas

Aplicativos interativos oferecem um nível de engajamento maior. Em alguns casos, o usuário pode escolher os rumos da história.

Esses apps são frequentemente atualizados com novos contos. Além disso, oferecem recursos como trilhas sonoras personalizáveis e temporizadores de sono. Páginas como Historia Para Dormir dão acesso a diversas coleções de histórias infantis em formato interativo.

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